31.5.06

Zine Antídoto

Edição número 02

O Zine Antídoto existe desde novembro de 2004, é formado por cinco amigos: Mariana, Karina, Fábio, Rafael Dedos e Daniel. Está em sua segunda edição, lançada no segundo semestre de 2005 e está a caminho da terceira edição que será lançada no segundo semestre de 2006.
O formato é tradicional com as dimensões de 15 x 21 cm usado na maioria dos zines, contém 10 páginas mais a capa e a contra-capa.
O Zine Antídoto já se apresentou em diversas exposições, mostras e festivais como o primeiro e o segundo
Sinfonia de Cães, Coquetel Molotov no nordeste, mostras de fanzines em Viseu e Almada – ambas e Portugal, também é divulgado e distribuído em bancas do Escárnio e Osso! De mão em mão, por amigos e via correio.
O Conteúdo do zine é livre, tem poesias da Mari e do Fábio, textos da maior parte dos integrantes, dicas de sites e bandas interessantes, artes de
Rafael Dedos, colagens feitas por Karina, mas nenhum integrante é responsável por determinada função... Cada um faz de acordo com suas vontades, até porque a idéia principal do zine é “Se expressar a partir de uma folha de papel”.
Como os integrantes do Zine Antídoto moram em cidades diferentes (alguns moram na mesma cidade, porém pouco se vêem) o material é enviado via internet e recolhido pela Karina para ser montado, xerocado e distribuído... A partir disso, tem-se um novo zine!

Para mais informações, troca de zines e afins, o e-mail de contato é
antidotopb@gmail.com

30.5.06

Novidade por aí!!!

Hey escarneiros e escarneiras!

Neste sabadão tem início uma seção de resenhas de demos, EPs, singles e lançamentos oficiais das bandas independentes do Brasilzão afora... mandem material! Pra saber mais, contate a gente.
Quem estréia a seção é o trio indie-punk Salad Star, de Santos/SP!

Não pércam ainda, aqui no www.escarnio.com.br, a resenha de amanhã do zine Anonimato, e na próxima quarta, a entrevista com o Sidney, do Noitibó (RJ)! Show de bola.

Abraços a todos e fiquem sintonizados

Estuprou o pinguinho do i?
ESCÁRNIO E OSSO!

29.5.06

Fragmentos do Fim de Semana

Neste findo fim de semana, vimos a estréia dos projetos Las Chicas da Ayuasca (viagens sonoras em gelo seco e figurino Serra Pelada), Top Crap Junkies (em desfalque que originou uma micro-performance solo), Juquinha (feelgood music em grande e majestoso estilo) e The Palas All Stars(sem os Bongs, que se desbongaram no trajeto ao evento).

Mas o grande destaque foi o definitivo ar da graça de Noitibó! Em rodada tripla, na sexta, sábado e domingo, o trio de punk-jazz de Niterói/São Gonçalo apavorou os obliviantes e prometeu retornar em breve para destilar mais grooves sobre a cidade do PCC.

Nesta Sexta, na residência mais inquietante da metrópole, temos Pullovers, Monokini, Seminal e, se a cerveja deixar, Cabongues!!!

Como diria o Autoramas, que chacoalhou o Outs no domingo: RRRRRRRROOOOOOOOOOCKKKK!!!!

28.5.06

Post extra oficial



A foto foi tirada em fevereiro (por Fábio Nunes), terça-feira.

veja mais fotos em:

http://www.fabionunes.com.br/killercat140206/

Deize Confusa tocou na festa do Projeto Pronto, no Killer Cat. Foi uma noite de foder!! A casa mudou de nome e foi reformada. O Deize Confusa tocará na nova casa nesta sexta. O pico abre às 23 hs e o show começa às 2 hs da matina. Dá tempo de ir na festa do EO! e ainda pegar Os Deizes na hora do pulo (um quarteirão de distância).

KAT PUB

R. da consolação, 2627

Jardins

R$ 10 de entrada OU R$ 15 de consumação

amanhã alguém deve postar a resenha dos shows da última sexta, foi demais!


26.5.06

LA MAISON EST TOMBÉE









Hoje a casa cai!!!

shows incríveis!!

R$ 10
sendo R$ 5 consumíveis

Não perca, única chance!!

24.5.06


Nesta quarta não vou postar nenhuma entrevista. Desde o começo do ano pra cá, muita coisa legal passou por aqui. Retrospectiva é foda!! Prometo que na próxima quinzena não vou falhar, mas por outro lado, muita gente deve ter perdido algumas palavras por aí.
Então bota esse mouse pra funcionar!!!!

Tudo começou em 13/03, entrevistei Rafa Calil, que adiantou umas paradas sobre um novo reality da Mtv que vai dirigir. O programa já está pra estrear e outro detalhe é que na última segunda a sua banda lançou seu primeiro disco no Studio SP, numa festa prá lá de célebre. O CD do SomoS está a venda nos shows por R$ 2, pode? Ficou fantástico!!

Em 27/03 falei com Ilson, do Zeferina Bomba. Ele falou sobre como a banda começou, sobre sua viola e da vinda para São Paulo. Hoje já estão contrados pelo selo da Tramavirtual e preparam um disco com músicas inéditas.

Em abril comecei no dia 12/04, com Clemente do Inocentes. O cara é gente boa, meia hora depois de enviar a entrevista para seu e-mail, já estava com ela pronta para postar. Ele falou sobre a banda e sobre a estrutura das casas que abrigam os shows do undergroud paulistano. Procura aí que foi da hora!

Ainda em abril, que foi o mês do Campari Rock, falei no dia 26/04 com o Jair do Ludovic. Eles tinham acabado de tocar no festival que ainda contou com Supergrass, Mission of Burma, Ira!, Nação Zumbi... Ele falou sobre a experiência de uma banda independente no meio dessa galera. Recomendo!!! hehe

Em 10/05 foi a vez dos camaradas do Ecos Falsos, que falaram sobre o início da banda e da trajetória até aqui. Eles preparam as malas pra sair numa turnê pelo Brasil. Vão participar do programa que o Rafa fala na primeira entrevista postada neste maravilhoso site do Escárnio e Osso!

Até a próxima e não esqueçam que estamos aqui para "... acima de tudo, para fazer algo interessante. No sentido mais nobre subverter, transformar e, por que não, entreter..."

23.5.06

a noite que quase não existiu

Lançar um disco. O que é lançar um disco? Lancei um ontem e ainda não entendi direito. A experiência é maravilhosa, caótica, orgástica. Por mais clichê que possa soar, você fecha um ciclo. Gravar um disco é um processo quase doloroso, de entrega e quando você lança, dá um puta alívio! A Criança nasceu! Ontem foi foda!

Queria divagar um pouco sobre essa história de se lançar um disco independente só que acho que essa história de enaltecer a tecnologia digital e como ela ajuda as banda independentes, um canal alternativo para a postura imperialista das gravadoras e blá, blá, blá... já foi dito e enche o saco. Mas, na prática, o que eu quero dizer é que o bagulho tá doido! Nosso disco foi feito em casa. Mesmo! Gravamos em casa, mixamos em casa, masterizamos em casa e queimamos cada cópia em casa. Resumindo, em vez de assistir o e! entertainment ou o superpop, todos vocês deveriam gravar um disco porque é uma delícia!

A somos lançou o disco no Studio SP, para um público convidativo e alegre! O som estava de fuder, a casa é extremamente aconchegante... Foi uma noite daquelas! O escárnio e osso estava presente em peso, juntamente com o sinfonia de cães, o jair do ludovic, rafa losso que apresenta o banda antes... é legal sentir que a cena independente está ganhando força e dialogando! É nóis!

A noite começou com o DJ Komodo nas pick-ups. Komodo hipnotizou a galera com as batidas vertiginosas de seu set autêntico e roots! Ele conduziu o transe e preparou o campo para nós, que entramos com um número ímpar: o isca, o batera, tocou forró numa gaita de fole. Depois disso, o roque comeu solto com direito a bexigas cheias de doces, a presença ilustre da grávida e mãe do disco. Tudo na mais perfeita e lúdica bagunça da boa. Komodo voltou a sacudir a pista, lançando pérola atrás de pérola. De chico buarque à cypress hill. Aí o pessoal do Ecos Falsos dominou o palco e se mostrou, mais uma vez, excelente e vigoroso! Du caralho! Com um show breve e inebriante, eles fecharam com a jovem-guardística “reveillon”! Perfeito! O Ecos passou a bola para o ilustre Rodrigo, do Dead Fish, assumiu a pista e só mandou coisa fina – placebo, clash... A noite passou rápido, podia ter durado mais... e, acreditem, ninguém tirou uma foto! Quem viu, viu, quem não viu, já foi! Para essa noite que quase não existiu, a única coisa que ficou foi o sorriso no rosto de todo mundo que participou dessa festa! Foi bom pra caralho!

Para os curiosos:
O disco do saco bege – somos
11 músicas inéditas
R$2,00
sms.somos@gmail.com
calil.rafa@gmail.com

O site ta vindo!
Té mais
r.

22.5.06

SomoS lança CD hoje no Studio SP!

É hoje! Será memorável!
É redundante dizer que o SomoS é uma das bandas mais surpreendentes, inovadoras e cruelmente chocantes da década 00.

Com a palavra, Rafa Calil, o baixista:

Hey!

Tudo em ordem com vocês?

Com a gente a coisa não poderia estar melhor!

Nessa segunda-feira, dia 22/05, o ESCÁRNIO E OSSO te convida para uma noite memorável no STUDIO SP!

Quando a lua cair, o roque vai comer solto por lá!

A excelente ECOS FALSOS divide o palco com a tresloucada SOMOS enquanto dois djs de peso vão garantir o som sacolejante da pista: DJ KOMODO e RODRIGO (DEAD FISH) prometem fazer seu esqueleto chacoalhar!

O que torna a noite ainda mais especial é que a SOMOS lança um disco e assume a paternidade de mais uma criança do rock!

Até lá! vamos comemorar esse rebento com charutos, bebida, sorrisos e muito rock!

STUDIO SP

Rua Inácio Pereira da Rocha, 170 – vila madalena


www.studiosp.org


10 mangos

a partir das 22:00hs


Não pense em contemplar em perder este evento... Vá ou constipe-se para sempre!

Somos

Recoleções Vagas do Fim de Semana

Na sexta, Lúcido Lúcido foi belo, poético e contestador, Deize Confusa foi lisérgico, caloroso e vibrante, Seminal foi melífluo e improvisacional e Color TV foi incrível e pesado.

Sábado houve a grande Virada Cultural e a primeira aparição local do agora quinteto Ludovic com seu novo baixista. Não é preciso comentar o show, os comentários circulam pelos flogs.

Nesta sexta teremos a vinda da lenda sagrada Noitibó (diretamente de Niterói) e os projetos paralelos insanos do Escárnio: Las Chicas Del Ayuasca, Juquinha, The Bongs and the Pallas e Top Crap Junkies.

18.5.06

SEXTA NO SATTVA






Festinha doida nesta sexta:

*Deize Confusa com músicas inéditas e um cover de foder!

*Seminal, que promete fazer o melhor show de 2006.

*Color TV tocando pela primeira vez com o EO! e servindo vodka na áreaVIP.

*Lúcido Lúcido tocando mais uma vez com o EO! e comemorando o aniversário de seu guitarrista.

a discotecagem fica por conta de Gabriel (Culto ao Rim)

Nosso querido Lacerad já disse:

"Nesta sexta, em São Paulo, a cidade que é o maior agito...
Não se renda! Pânico é capitulação...

*Drinks coloridos!

*Discotecagem de Palhaço Zó! Muito jazz e cha cha cha!

*Covers de "Pânico em SP"!

Presença confirmada de Marc, o mais ilustre membro da família Óla!
Venha com sua camiseta do Polinesian Culture Center!
Segurança do evento garantida pelo PCC (se os Stones já contaram com os Hell´s Angels, por que a gente não pode?) "

(Flyer por Eder)

SATTVA

Alameda Itu, 1564


17.5.06

Relicário de Palavras


Idealizado por Nina Flores, está em sua quarta edição, é quase como um blog de papel porém mais recheado... Traz colagens suaves que aparecem ao longo do zine, entrevistas, notas sobre música e moda, poesias feitas pela Aline ou de outros autores, fotos e até mesmo receitas culinárias.
Uma característica de toda edição, é a capa que sempre tem uma frase escrita várias vezes até preencher a página toda, encerrando o zine com uma reflexão para o dia.


Pode-se obter informações e troca de contatos pelo e-mail aline@ninaflores.net ou pelo site da Aline, que também resenha outros zines, o ninaflores.net faça novos contatos, aproveite e divirta-se!

15.5.06

Memórias do Fim de Semana

Segunda Feira, 15.05.06, tempo razoavelmente frio em São Paulo, a cidade que é o maior agito.

Na sexta tivemos mais uma bela noite, com o perdão da redundância, no Sattva.

Quem abriu foram os comumente abertores do Cabongues, soltando a beleza de seu rock noturno e boêmio de lamúrias e requintes tridimensionais. Katarse continuou com sua referencialização sonora e imagética, em seu pop travestido de anarquia. SomoS fez um show curto proposital para induzir as massas a comparecerem ao lançamento de seu disco no dia 22 de maio, no Studio SP (mais informações em breve). Fechando a noite, o grande Ordinária Hit mandou um dos melhores shows do ano e apenas podemos recomendar a todos, parafraseando alguém de um fotolog por aí, que façam um favor a vocês mesmos e assistam a um show do Ordinária Hit!

No sábado nossos representantes do Monaural e do Seminal juntaram-se às bandas Cápsula e Deadpeopledontalk em uma noite de muito bom som, mas contratempos bizarros, em local que não merece menção.

12.5.06

HOJE NO SATTVA




22h

CABONGUES
SOMOS
ORDINÁRIA HIT
KATARSE

+discotecagem EO!


SATTVA
Al. Itu, 1564

R$ 10 (R$ 5 consumíveis)

10.5.06



Nesta quinzena falamos com o Ecos Falsos, mais uma banda independente paulistana que está ganhando o Brasil.
Em julho a banda participa de um novo reality show da MTV, fazendo shows por vários estados brasileiros com as bandas Vanguart, Daniel Belleza e os corações em Fúria, Rock Rocket e Faichecleres.

EO! - Como e quando a banda começou?
E.F. - A banda se juntou no vão livre da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em inícios de 2002. Envolveu uma banda de covers que queria tocar músicas próprias, um vocalista sem banda, mas com músicas próprias querendo entrar, uma oportunidade e alguns ensaios.

EO! - Quais foram os festivais que vocês participaram?
E.F. - Putz, já foram uma boa quantidade deles, mas se a gente se limitar aos grandes foram o Senhor F Festival (Brasília), Jambolada (Uberlândia), Goiânia Noise (Goiânia) e Calango (Cuiabá).

EO! - Em 2005 vocês lançaram o EP “A última palavra em fashion”, o retorno foi conforme o esperado?
E.F. - De fato foi, investimos numa gravação profissional pra impressionar a meninada e deu certo. Diversas rádios que receberam o disco puseram na programação, de Belém ao Rio de Janeiro. Produtores de show também se mostraram bem mais receptivos em comparação à época em que chegávamos com a demo. Isso se deve também ao cuidado com o visual do produto, que foi muito maior.

EO! - Quando sai o disco? Dá pra adiantar alguma coisa?
E.F. - Deve sair no segundo semestre, por alguma gravadora independente provavelmente. Serão 14 músicas, com participações inusitadas e vinhetas e o que mais a gente tiver de idéia enquanto grava (já começamos).

EO! - Vocês foram muito elogiados pelo Tom Zé, como o conheceram?
E.F. - O Gustavo foi entrevistá-lo uma vez e não levou demo da banda. Ele achou curioso, porque todo jornalista sempre lhe entrega uma demo da banda, e quis ouvir.

EO! - Obrigado pela entrevista e sucesso pra vocês.
E.F. - A gente que agradece e deseja um 2006 do caralho para o Escárnio!

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Serviço:
Site: www.ecosfalsos.com.br
e-mail: falecomeles@ecosfalsos.com.br
fotolog: www.fotolog.net/ecosfalsos

9.5.06

O Começo do Fim do Jabá?

Convite aos cariocas:

Retirado de www.fotolog.com/jornaldorock.

"O Jabásta - Movimento Pelo Fim do Jabá convida a todos para a primeira reunião aberta do movimento que pretende aprovar o Projeto de Lei 1048 / 2003, do deputado Fernando Ferro, que criminaliza e pune a prática do "jabá". Estamos esperando você para discutirmos o assunto, no dia 09 de maio, terça-feira, às 18:00 no Circo Voador. Se você sabe o que é "jabá", vai compreender a importância e a necessidade de criminalizar essa pratica, não só para a classe musical, mas principalmente para a sociedade.

Se você não sabe o que é "jabá", o Movimento terá todo prazer de esclarecer o assunto. Contamos com sua participação e divulgação.

Jabásta - Movimento Pelo Fim do Jabá
Assine o abaixo-assinado!
Escreva para o endereço: movimentopelofimdojaba@gmail.com , deixe apenas o seu nome, sua profissão e o número de um documento de identidade e contribua para que a lei que criminaliza e pune o jabá seja aprovada!"

Enquanto isso, na Inglaterra...

Eles tentam acabar com os cambistas. Veja aqui.

8.5.06

Relatos do fim-de-semana - parte MCXXLVI


Para qué? Paraguayo! diz:
e o post
Para qué? Paraguayo! diz:
vamos fazer um brainstorming relampago?
Fábio "lançar CD agora, sim é emocionante" Wasted diz:
VAMOS!
Para qué? Paraguayo! diz:
Evita Pero no Mucho misturou rock, samplers histriônicos, bases gravadas e alucinações sonoras em um pacote vigoroso de sinergia contemporânea.
Para qué? Paraguayo! diz:
O grande destaque da noite.
Fábio "lançar CD agora, sim é emocionante" Wasted diz:
Yeah.
Para qué? Paraguayo! diz:
Sufragetes encantou mais uma vez com seu noise técnico e bem postado, e seus dialogós líricos esquizofrênicos encharcados de guitarras independentes.
Fábio "lançar CD agora, sim é emocionante" Wasted diz:
Capitão Iguana.
Com o despojamento típico da nova safra de bandas de rock paulistas que não têm nada a perder, o trio arrepiou com as performances da dupla de garotas protopunk e de Gustavo, o baterista que canta, toca e bebe, ao mesmo tempo.

Para qué? Paraguayo! diz:
perfeito
Fábio "lançar CD agora, sim é emocionante" Wasted diz:
Ye beibe!
Para qué? Paraguayo! diz:
fechou?
Fábio "lançar CD agora, sim é emocionante" Wasted diz:
E ainda, uma inesperada e idiossincrática performance do duo Gustavo e Saulo (Hater Sonics), que subiu no palco para fazer a versão grind do hino neurastêmico "Broken Face", do Pixies.
Fábio "lançar CD agora, sim é emocionante" Wasted diz:
tudo regado a uma discotecagem infernal, baby, infernal!

5.5.06

HOJE NO SATTVA!

Sufragetes
Capitão Iguana
e
a
estréia
do
Evita Pero No Mucho

SATTVA - Alameda Itu, 1564 - Cerqueira César
na frente do O'Malley's
5 reais consuma e 5 couvert
a partir das dez da noite


ou
se arrependa

3.5.06

O que é fanzine...

A expressão Fanzine surgiu de uma junção das palavras "Fanatic" e "Magazine" que eram zines que veiculavam artigos e curiosidades sobre ficção científica, hoje em dia o termo fanzine muitas vezes é abreviado por zine "zine" já que a idéia é criar sua própria revista alternativa, ao invés de se inspirar em modelos de revista como surgiu o fanzine, por isso a abreviação de "Magazine", sendo assim, o tema é mais abrangente, ilimitado, muitas vezes trata-se em um mesmo zine vários temas ou mesmo a compilação de vários textos e colagens sem um tema em comum.
As publicações são voltadas geralmente para o público jovem, que trata de assuntos relacionados com música e a cultura de massa, em padrões experimentais.
Os zines são o resultado da iniciativa e esforço de pessoas que se propõem veicular produções artísticas ou informações a respeito, que possam ser enviadas a outras pessoas fora das estruturas comerciais de produção cultural. São caracterizados pela independência do editor ou do coletivo responsável pelo zine e uma das garantias desta independência é que muitas vezes o editor mantém o zine arcando com os seus prejuízos e outra característica é que o zine está intimamente ligado à atividade cultural, à sua divulgação, ao prazer de estar envolvido e a expressão livre e absoluta a partir de uma folha de papel.

Como fazer um zine:
Pegue uma, duas, três ou mais folhas de papel sulfite, dobre em quantas partes você quiser de acordo com o número de páginas. Faça desenhos, colagens, intervenções visuais, citações, poesias, diálogos, reportagens, o que der na telha e junte tudo isso nas folhas de sulfite - ou em outra folha de papel que você queira, sempre prestando atenção nas cores e texturas de acordo com o xerox - depois de montado mande tudo para a copiadora. Feito isso, você pode distribuir gratuitamente, vender, trocar por outros zines, divulgar via internet, mandar pelo correio, mostrar aos amigos e a partir daí fazer parte do universo de zines.

1.5.06

Relatos do Fim de Semana - Parte V

Na sexta passada o Sattva viu o regresso do Culto ao Rim, a massacragem do Forte Apache e a fractalização lisérgica do Wasted Nation.

O Culto ao Rim abriu a noite, confundindo mentes roqueiras tocando o mais singelo jazz de raiz do século 22, com direito a ritmos alucinógenos e cover de Charles Mingus.

Em seguida o Forte Apache preencheu o ambiente com seu rock reto e precisamente pesado, herdeiro de coisas boas e sujas.

Fechando a noite, o WN produziu aquele folclorismo de massas insanas regado pelo virtuosismo doente que só eles sabem produzir.

Sexta tem mais, não percam a estréia de Evita Pero no Mucho, a melodia fuzzy do Sufragetes e o Capitão Iguana!

A nota triste do fim de semana é o aparente/provável fechamento do Fradique 37, um dos bares mais acolhedores da cidade, onde o Escárnio inteiro tirou sons inacreditáveis e viveu histórias inacreditáveis, muitas das quais provavelmente alguns não se lembram mais.

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